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Data de publicação

2018-08-22T13:55:01+00:00

Prémio Nacional das Indústrias Criativas. Vencedores da edição 2018

À 10.ª edição, fica uma vez mais comprovado o ecletismo do Prémio Nacional Indústrias Criativas. Os vencedores foram anunciados, no CLAB – Laboratório Criativo, e deixam-nos confortavelmente sentados para uma experiência sonora imersiva. Ou bem calçados. Ou na primeira fila de um grande espetáculo. A apresentação dos vencedores da única competição no país consagrada em exclusivo às indústrias criativas decorreu, como habitual, no CLAB - Laboratório Criativo Super Bock, na Casa de Serralves. Uma apresentação por Mirko Whitfiled, representante do SXSW music, film and interactive festivals; um debate que juntou vários vencedores de edições anteriores do Prémio, onde se retrospetivou a última década no setor e projetou o que serão as indústrias criativas daqui a dez anos; e um concerto pela artista SURMA, que ao cair da noite criou momentos feéricos, com a sua música a enquadrar-se na paisagem do Parque da Serralves, foram outros dos pontos de um evento sempre inovador.

 

Os Vencedores:

A   Horizon 47, que concorria na categoria Arquitetura e Artes Visuais, conquistou o primeiro prémio, o que significa que vai representar Portugal na competição internacional Creative Business Cup, a realizar-se em novembro em Copenhaga. À capital da Dinamarca chega um cadeirão inovador que incorpora, de forma invisível, um sistema de som para que o utilizador possa usufruir de uma experiência completamente diferenciadora e otimizada à sua medida. Oferece também ao ambiente que o rodeia uma peça de mobiliário inovadora e tecnológica.

O segundo prémio foi entregue à   Guava Shoes, marca de calçado 100% portuguesa, que concorreu também na categoria de Arquitetura e Artes Visuais. A geometria e a arquitetura dos saltos altos, bem como a combinação de arte manual, na conceção dos sapatos, ao uso de tecnologias com impressão 3D e moldes da indústria automóvel, são as características distintivas da marca.
 
Já o   Quarteto Comtratempus, inscrito na categoria Música e Artes do Espetáculo, venceu o terceiro prémio e ainda a distinção Born From Knowledge, atribuída pela Agência Nacional de Inovação. Este projeto potencia o cruzamento entre as artes de palco convencionais e as tecnologias multimédia interativas, através de dispositivos wearable em que a cenografia e o som são manipulados pelos artistas em palco. A ópera “As sete mulheres de Jeremias Epicentro” já utiliza esta tecnologia em que os cantores usam os sensores para manusear as artes multimédia

 

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   Fonte e imagens:    industriascriativas.com