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Destaque 78 - CICLO DE CONFERÊNCIAS | Utopias Europeias: O Poder da imaginação e os imperativos do futuro

O Ciclo de Conferências Utopias Europeias: o poder da imaginação e os imperativos do futuro tem como objetivo apresentar e discutir várias possibilidades utópicas para a Europa, tendo como pano de fundo o atual debate cidadão sobre o futuro da União Europeia Falar de utopias significa perceber o poder da imaginação para moldar o futuro, orientar a ação humana e alargar as fronteiras do realizável. Ciclo de Conferências promovido pela Fundação de Serralves,sendo as conferências são organizadas com o patrocínio da Secretaria de Estado dos Assuntos Europeus e com a colaboração do Fórum Demos, da Fundação da Casa Mateus, do CEIS20 da Universidade de Coimbra, do CETAPS da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, do Centro de Investigação em Justiça e Governação da Universidade do Minho e do GOVCOPP da Universidade de Aveiro.

 

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7 MAI (SEG), 21H30 | Maio de 68, 50 anos depois: a utopia da igualdade e da participação
Maio de 68 foi um momento de experiências utópicas, em que o poder da imaginação definiu novos horizontes para as aspirações da juventude, com um enorme impacto por todo o mundo, incluindo em Portugal, onde esteve na origem de poderosos movimentos estudantis pela liberdade. Em 1968, a sociedade patriarcal era posta em causa e reivindicavam-se os direitos das mulheres: que relação se pode estabelecer com a utopia da igualdade hoje manifesta no movimento #Metoo ou na greve das mulheres em Espanha? Tal como em 68, os partidos tradicionais e os poderes instituídos são hoje contestados: que relação entre os movimentos autogestionários de 68 e a exigência de participação hoje?

Oradores: Adolfo Mesquita Nunes, Inês de Medeiros, Marisa Matias, Mónica Ferro
Moderador: Álvaro Vasconcelos
A Utopia Social – Rendimento Básico Incondicional: Estado e Mercado
Entre os que consideram que o Rendimento Básico se enquadra numa perspetiva de aprofundamento do Estado Social e são críticos do neoliberalismo, e os que têm uma perspetiva mais centrada no mercado. 
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A Utopia Tecnológica – A Inovação ao Serviço da Humanidade
Entre os que acreditam que em breve a humanidade possa ser libertada de muitas doenças e das tarefas mais penosas nomeadamente  pela biotecnologia  e a inteligência artificial e  os que veem cenários distópicos no transhumanismo e num futuro domínio das máquinas sobre os homens.
A Utopia da Paz – A Casa Comum Europeia: Paz do Atlântico aos Urais
Entre os que defendem que o projeto de Casa Comum Europeia de Gorbachev deve ser o horizonte do projeto europeu de paz, razão de ser da União, e os que consideram que, no contexto atual, é uma perigosa ilusão e que uma nova bipolaridade europeia é mais ou menos inevitável.
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A Utopia da Hospitalidade – Unidade na Diversidade
Entre os que consideram que a hospitalidade é um imperativo ético e que dele decorre a institucionalização do multiculturalismo como garante da unidade na diversidade e os que consideram que as democracias são comunidades de cidadãos unidos pelos princípios da liberdade e da igualdade, independentemente dos particularismo culturais. 
Entre os que defendem a utopia de uma Europa democrática, com uma constituição federal, partidos e ciclos eleitorais europeus, onde a Comissão e o seu Presidente resultam dos resultados das eleições e os que consideram que a União Europeia é uma construção sui generis onde a dimensão intergovernamental é essencial para garantir o equilíbrio entre os Estados e preservar as identidades nacionais

 

 

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Fonte e imagens:   serralves.pt

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